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Vacina pentavalente acelular: reações, quem deve tomar e mais

Clique e conheça mais sobre a vacina pentavalente, opções, reações e quem deve tomar.

A vacina pentavalente acelular é uma opção do calendário infantil que reúne proteção contra cinco agentes e ajuda a simplificar a rotina de imunização. Ela concentra, em uma única aplicação, componentes que apresentam esses agentes ao sistema de defesa do corpo e, por isso, é chamada de pentavalente (cinco).

Se você está comparando opções, entendendo reações ou conferindo a idade certa, este guia reúne o essencial. Vale ressaltar um cuidado importante: existem diferentes formulações de “pentavalente” e elas não protegem exatamente contra as mesmas doenças — a versão DTPw + Hib + hepatite B (da rede pública) não inclui poliomielite, enquanto a versão DTPa-VIP/Hib inclui poliomielite (VIP), mas não inclui hepatite B; por isso, se houver troca ou alternância, o pediatra deve ajustar o esquema de pólio e/ou hepatite B conforme a caderneta.

Este conteúdo é informativo e não substitui a avaliação do pediatra; no LAFE, nossa equipe pode revisar a caderneta e orientar o melhor encaixe antes da aplicação.

O que é a vacina pentavalente acelular (DTPa-VIP/Hib)

Pentavalente acelular (DTPa-VIP/Hib): é uma vacina que protege contra difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e Hib. Ela é chamada de acelular porque, no componente da coqueluche, usa partes específicas do microrganismo (ao invés da bactéria inteira), o que costuma estar associado a menos reações quando comparada às versões de células inteiras.

Quais são as doenças que ela previne?

As principais doenças prevenidas são: difteria, tétano, coqueluche, poliomielite e infecções por Haemophilus influenzae tipo b (Hib), (como pneumonias e meningites).
Isso significa cobrir, em uma mesma visita, agentes que podem causar quadros potencialmente graves, com a praticidade de reduzir o número de aplicações ao longo do calendário.

Composição e o que significa DTPa-VIP/Hib

DTPa-VIP/Hib: D (difteria) + T (tétano) + Pa (coqueluche acelular) + VIP (pólio inativada) + Hib (Haemophilus influenzae b). Esses são os componentes (ou toxoides) que “treinam” o sistema imunológico a reconhecer esses agentes e a reagir mais rápido no futuro, sem que seja preciso ensinar o corpo pelo adoecimento.

Como a pentavalente acelular funciona no organismo

A vacina tem a função de estimular o sistema imunológico a criar resposta de proteção (anticorpos) contra esses agentes ou toxinas. O corpo passa então a memorizar esses componentes e, se houver contato com o agente infeccioso no futuro, passa a reconhecer e combater com mais rapidez, o que reduz o risco de doença e de possíveis complicações.

Diferença entre vacina acelular e de células inteiras (wP)

Acelular x células inteiras (wP): enquanto a acelular usa componentes específicos da coqueluche; a de células inteiras usa a bactéria inteira purificada e pode ter composição diferente. Ambas protegem contra difteria, tétano, coqueluche e Hib. Porém, a pentavalente do SUS (DTPw-HB/Hib) inclui hepatite B e não inclui poliomielite; já a pentavalente acelular da rede privada (DTPa-VIP/Hib) inclui poliomielite (VIP) e não inclui hepatite B. Por isso, a troca/alternância deve ser feita com orientação médica, ajustando o esquema conforme a caderneta.

Para quem é indicada e em quais idades

É a opção de imunização de rotina na rede privada, especialmente aos 4 meses e entre 15 e 18 meses, podendo variar com avaliação médica.

No esquema básico do primeiro ano na rede privada, é comum a criança receber hexavalente aos 2 e 6 meses e usar a pentavalente acelular aos 4 meses para completar a série — o pediatra define o encaixe conforme as doses já registradas na caderneta, especialmente de hepatite B.

Indicação em bebês e crianças (rotina)

Pode ser usada como opção aos 4 meses e entre 15 e 18 meses no calendário infantil. Se você está organizando a vacinação, é importante verificar a caderneta e sempre anotar: data da última dose, qual vacina foi aplicada e se houve alguma reação relevante. Isso ajuda a conversa com o pediatra e evita dúvidas na hora do agendamento.

Situações especiais (com recomendação médica)

No caso de atraso vacinal ou outros cenários o médico avalia o que já foi feito e qual combinação mantém a proteção adequada para aquela criança. Por vezes ela será indicada em faixas etárias específicas até os 7 anos, sempre a critério médico.

Esquema de doses e calendário de vacinação

No LAFE, a pentavalente acelular aparece como opção aos 4 meses e entre 15 e 18 meses (o esquema exato depende do histórico vacinal de cada criança). Como existem diferentes apresentações e possibilidades de combinação ao longo do calendário, a caderneta é o documento que orienta a decisão com segurança.

Doses principais e reforço (incluindo 4 e 15 meses)

Doses (4 e 15 meses): costuma ser utilizada aos 4 meses e entre 15 e 18 meses como parte da imunização de rotina na rede privada. Em suma, tratam-se de dois marcos: uma dose durante a fase de bebê (aos 4 meses) e um reforço na próxima etapa (entre 15 e 18 meses). É muito importante sempre conferir o encaixe com as doses anteriores registradas na caderneta.

Para não gerar dúvida no esquema básico, vale lembrar: muitos calendários privados combinam hexavalente aos 2 e 6 meses e pentavalente acelular aos 4 meses, ajustando conforme a caderneta e a orientação do pediatra.

O que fazer em caso de atraso no calendário

Em caso de atraso vacinal, a definição deve ser feita com orientação médica.
Um caminho simples para resolver o cenário é:

  • Localizar a caderneta e separar as datas das últimas doses.
  • Anotar dúvidas objetivas (exemplo: “qual foi a última vacina combinada aplicada?”).
  • Levar essas informações para o pediatra antes de realizar o agendamento.

É possível alternar com hexavalente? (quando faz sentido)

A decisão depende do esquema já iniciado e do que se busca cobrir no calendário.
Como as combinações podem mudar os componentes incluídos (por exemplo, proteção para pólio versus hepatite B, a depender da formulação), o mais seguro é discutir com o pediatra com a caderneta da criança em mãos e confirmar o plano antes da aplicação.

Como é a aplicação e cuidados no dia da vacina

A vacina pentavalente acelular é administrada por via intramuscular, por profissional habilitado. No dia da vacinação é importante estar com a documentação da criança e a caderneta em mãos.

Recomendações antes e depois de vacinar

Confirme a caderneta, o histórico de alergias da criança, se for o caso, e observe reações comuns nas horas ou dias seguintes, conversando com o médico em caso de dúvida. Registre qualquer reação e a duração, pois isso ajudará no planejamento para doses futuras.

Reações adversas: o que é esperado e quando procurar atendimento

Reações adversas:

Em geral são leves e transitórias; as mais comuns incluem dor, vermelhidão e inchaço no local, febre e irritabilidade. Entender o que é esperado reduz ansiedade e evita decisões no impulso. E, sempre que houver dúvida, a orientação é conversar com o médico.

Reações comuns (leves a moderadas):

Dor, vermelhidão e inchaço no local da injeção, febre e irritabilidade — normalmente com melhora em poucos dias.
É interessante sempre anotar a hora da aplicação e quando o sintoma começou, pois, se precisar falar com o pediatra, você contará com as informações necessárias.

Sinais de alerta (quando não esperar em casa)

Se houver suspeita de reação alérgica importante ou sintomas intensos e/ou persistentes, procure avaliação médica.

A orientação de segurança inclui evitar a vacina em quem já teve anafilaxia (hipersensibilidade grave) a componentes e atenção ao histórico de encefalopatia após dose anterior, reforçando a importância de discutir antecedentes com o médico.

Outro antecedente relevante é o Episódio Hipotônico-Hiporresponsivo (EHH): a criança pode ficar ‘molinha’, pálida e com pouca resposta por alguns minutos após vacinas de coqueluche de células inteiras. Apesar de assustador, não costuma deixar sequelas, mas é uma contraindicação formal para novas doses de células inteiras — e, nesses casos, o pediatra geralmente orienta seguir com formulações acelulares.

Como aliviar desconfortos com segurança

Observe a evolução e use medidas simples de conforto e, para qualquer medicação ou conduta específica, siga sempre a orientação do pediatra. O que costuma ajudar no acompanhamento em casa:

  • Mantenha a criança confortável e em rotina leve.
  • Observe sempre a temperatura e o comportamento da criança.
  • Registre o que aparecer e por quanto tempo dura — e compartilhe com o médico se precisar.

Contraindicações e quando evitar a pentavalente acelular

Deve ser evitada em caso de anafilaxia a componentes e encefalopatia até 7 dias após dose anterior. É sempre importante é olhar a caderneta, lembrar como foi a experiência em doses anteriores e conversar com o pediatra antes da aplicação.

Quem não deve tomar

Quem teve anafilaxia (hipersensibilidade grave) a qualquer componente da vacina ou encefalopatia em até 7 dias após dose anterior. Se você tiver essa informação no histórico (mesmo que antigo), vale registrar e levar para avaliação médica antes de agendar.

Precauções (febre, doenças agudas, histórico de reação)

Precauções: se a criança estiver com febre ou doença aguda, ou já teve reação importante a vacina, o melhor é avaliar o momento ideal juntamente com o pediatra. Isso não significa que “não pode vacinar”, e sim que pode ser mais seguro adiar ou ajustar conforme o quadro do dia e o histórico.

Pentavalente acelular x hexavalente: qual é a diferença?

A hexavalente (DTPa-VIP-HB/Hib) inclui tudo o que a penta acelular tem e acrescenta hepatite B, totalizando seis componentes. Essa diferença é útil quando a família quer simplificar aplicações e, ao mesmo tempo, manter o calendário alinhado ao histórico de doses já feitas.

Por isso, a pentavalente acelular costuma funcionar como o ‘par’ da hexavalente no esquema básico: quando a hepatite B já está coberta conforme a caderneta, ela pode entrar para completar a série com DTPa + VIP + Hib, sempre com validação do pediatra.

O que a hexavalente inclui a mais

Além de DTPa, VIP e Hib, ela adiciona o componente da hepatite B (HB). Por isso, na conversa com o pediatra, costuma aparecer a pergunta: “o esquema atual já cobriu hepatite B como deveria?” — e a resposta depende das doses registradas na caderneta.

Como decidir com o pediatra (objetivo e disponibilidade)

Como decidir: defina o objetivo (atualizar calendário, reduzir picadas, completar coberturas) e valide com o pediatra usando a caderneta e o histórico de reações.

Preço: quanto custa a pentavalente acelular?

Para consultar o preço da vacina pentavalente acelular e outras informações entre em contato com a gente por telefone ou Whats App: (21) 3590-9000.

A vacinação está disponível nas unidades:

  • Bairro de Fátima - Rua do Riachuelo, 136
  • Caxias I - Rua Conde de Porto Alegre, 119 - térreo

Perguntas frequentes sobre a pentavalente acelular

Pentavalente acelular é a mesma coisa que quíntupla acelular?

Pentavalente/quíntupla acelular: em geral, os nomes são usados para a combinação DTPa-VIP/Hib (cinco componentes) na rede privada.
Se você estiver comparando nomes diferentes no pedido médico, vale conferir se aparece “DTPa-VIP/Hib” na descrição — é o jeito mais claro de confirmar.

Ela protege contra poliomielite? (VIP/VPI)

Protege contra pólio: sim. A pentavalente acelular do LAFE inclui poliomielite por vírus inativados (VIP) na composição. VIP e VPI costumam aparecer como variações de sigla para a vacina inativada; na dúvida, confirme na descrição do imunizante.

Pentavalente acelular substitui a "pentavalente" do SUS? Posso trocar uma pela outra?

Não são equivalentes. A pentavalente do SUS (DTPw-HB/Hib) não inclui poliomielite, e a pentavalente acelular da rede privada (DTPa-VIP/Hib) não inclui hepatite B. Se houver troca, o pediatra precisa ajustar o esquema de pólio e/ou hepatite B conforme a caderneta.

Pode dar febre? Por quanto tempo?

Pode. As reações mais comuns incluem febre, dor, vermelhidão e inchaço no local e irritabilidade, geralmente leves e com melhora em poucos dias.

A vacina pentavalente acelular é segura?

É segura. A vacina pentavalente é considerada segura e eficaz.

Posso adiar a vacinação do meu filho com a vacina pentavalente?

O cumprimento do calendário vacinal é importante para garantir que a proteção seja estabelecida no momento apropriado da vida da criança.

Converse sempre com seu médico.